SÁVIO SOARES

Cinema e música.

Não se faz sarau como antigamente


Em 1999 assisti no Rio de Janeiro a uma peça de teatro em homenagem a Dolores Duran, intitulada Dolores, de Douglas Dwight e Fátima Valença. Grande montagem, trilha sonora marcante e uma atuação competente da atriz Soraya Ravenle, inclusive interpretando clássicos de Dolores Duran.

Neste ano, portanto 10 anos depois, comprei um CD com gravações inéditas de Dolores Duran interpretando standards da música popular americana (Cry Me a River, How Hiht The Moon, Body and Soul com Jaques Klein no piano, Makin’ Whoope e outras) e até a emocionante Hymme a L’amour de Marguerite Monnot e Edith Piaf.

A gravadora Biscoito Fino presenteou aos fãs de Dolores Duran cantando na informalidade com o esplendor de sua voz no disco  Dolores Duran entre amigos, gravações inéditas da cantora na década 50.

dolores

Na apresentação do disco, a pesquisadora Angela de Almeida diz que a melhor maneira para ouvi-la cantar em boates como Baccara e o Little Club, no legendário Beco das Garrafas, era quando o público pagante já havia tomado o rumo de casa…

Nas gravações, realizadas num sarau na casa de Geraldo Casé, um dos pioneiros da televisão brasileira, não resta dúvida, Dolores é jazzística e está perfeita, canta todos os gêneros com o acompanhamento de Baden Powel (violão), Manoel da Conceição o “Mão de Vaca” (guitarra) e Chiquinho do Acordeon (Acordeon).

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17/08/2009 - Posted by | Uncategorized |

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