SÁVIO SOARES

Cinema e música.

Edward G. Robinson – provou definitivamente que tamanho não é documento.


Papéis de durões e mafiosos o popularizaram no cinema. Era baixinho e feio, rosto amargo, mas provou definitivamente que, também no cinema, tamanho não é documento. Com belas interpretações ganhou fortuna e prestígio. Pessoalmente era culto, colecionador de pinturas e esculturas.

Atuou em clássicos das décadas de 30 e 40: Grilhão Eterno (1932), Alma no Lodo (1930), O Fugitivo (1932), Pacto de Sangue (1944), Almas Perversas (1945), O Estranho (1946) e Paixões em Fúria (1948). Ainda atuou no épico Os Dez Mandamentos (1956) e seu último filme foi No Mundo de 2020 (1973).

Robinson e outro durão, Bogart.

Robinson teve um grande desgosto: perdeu parte de sua imensa coleção de arte quando se separou da primeira esposa, a socialite Gladys Lloyd. Mas ainda restaram muitos Picasso, Renoir e Degas para a segunda mulher, Jane Adler, depois da morte do astro.

O Romeno Emmanuel Goldenberg nasceu em Bucareste na Romênia em 1893 e faleceu no ano em que encerrou a carreira, 1973. A Academia de Hollywood concedeu-lhe uma estatueta póstuma, “como ator memorável, patrono das artes, dedicado cidadão, enfim, um homem renacentista.”

Edward G. Robinson, apesar de esquecido por muitos, está na mesma galeria dos maiores durões do cinema: James Cagney, Humphrey Bogart e George Raft.

Anúncios

24/03/2010 - Posted by | Uncategorized |

Nenhum comentário ainda.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: