SÁVIO SOARES

Cinema e música.

Charles Bronson – Poucas palavras e muita ação.


Ontem assisti a dois filmes da série Desejo de Matar com o ator Charles Bronson. É pancada para todo lado. Derramamento de sangue e mortes que beiram o ridículo. Nada como os filmes policiais da década de 80: Sem compromisso com o politicamente correto, apenas diversão momentânea.

 Charles Bronson, no início de carreira participou de filmes de aventura que foram grandes sucessos: Sete Homens e Um Destino, Fugindo do Inferno e Os Doze Condenados. Cansado por não alcançar o status de astro (Na época, impossível de competir! Dividia os sets de filmagens com os melhores astros da época – de Lee Marvin a Steve McQueen, de Yul Brynner a Ernest Borgnine, entre tantos outros), Bronson foi para a Europa e trabalhou com Alain Delon em Adeus Amigo, rodado na França e Itália, sucesso de bilheteria na Europa.

Durante toda a carreira no cinema deve ter decorado apenas duas laudas de texto. Ator de poucas palavras. O período de relativo ostracismo chegou ao fim em 1968: Talvez por falar tão pouco, ganhou um marcante papel no clássico do faroeste Era Uma Vez No Oeste e teve a honra de ser dirigido por um dos maiores diretores do Século 20 –  o italiano Sergio Leone.

 

Charles Bronson sofria do Mal de Parkinson e faleceu aos oitenta e um anos de idade.

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17/05/2010 - Posted by | Uncategorized |

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