SÁVIO SOARES

Cinema e música.

Três filmes românticos que não podem faltar na sua coleção.


Quando se trata de filmes românticos, mesmo os rudes, os rústicos e os empedernidos, que torcem o rosto para o gênero, abrem uma exceção pelo menos para um desses clássicos. Não precisa ser um cinéfilo ou especialista. São histórias que todos sabem o final, mas são bem dirigidas, com canções inesquecíveis e um elenco estelar. Na verdade, são três filmes que já foram exaustivamente copiados, mas são imperdíveis para quem gosta da sétima arte.

 “Suplício de Uma Saudade” (Love Is a Many Splendored Thing – 1955)

 “O amor é o modo que a natureza nos dá como uma razão para viver.” (trecho da letra de “Love Is a Many Splendored Thing”)

A belíssima canção na voz de Andy Williams

 Filmado em Hong Kong e com uma belíssima fotografia. Durante a Guerra da Coréia um correspondente americano (interpretado pelo astro William Holden) e uma eurasiana (a atriz classuda Jennifer Jones) se apaixonam e enfrentam problemas culturais à medida que a paixão aumenta.

 

Hoje em dia tais problemas seriam banais, mas na época causavam polêmica. Há cenas antológicas que marcaram o cinema romântico do século 20, sempre marcadas pelo tema musical que ganhou o Oscar em 1955 de melhor trilha sonora e melhor canção original. 

“Melodia Imortal” (The Eddy Duchin Story – 1956)

 

 A época de ouro das grandes orquestras é retratada fielmente e com todo o glamour das grandes festas aristocráticas de Nova York. Tyrone Power (brilhante!) interpreta o pianista Eddy Duchin (este pianista realmente existiu) que se apaixona pela milionária Marjorie Oelrichs (a atriz loura Kim Novak) que o ensina que o amor – não o dinheiro – traz a felicidade.

 Mas tão logo a felicidade chega, se vai, tirando a vida de sua amada e deixando Eddy com o filho recém-nascido e, pensa ele, sem razão para viver. Porém, o pianista fará de tudo para reconquistá-lo – Daí surgirem cenas emocionantes e uma interpretação à altura do grande Tyrone Power.

A sensacional “You’re My Everyhing” com a pianista Carmen Cavallaro.  

Trata-se de um raro filme com belas cenas, interpretações e as inesquecíveis canções de Cole Porter, George Gershwin, Frederic Chopin e Hammerstein.

 “Tarde Demais Para Esquecer” (An Affair to Remember – 1957)

 Talvez, quando se trata de filme romântico, este seja um dos mais copiados do cinema no século 20. A famosa cena no Empire State Building, o charme do par romântico (Cary Grant e Déborah Kerr) e o humor chique que lhes era peculiar (mesmo fora das telas) transformam este clássico num filme fascinante.

 

A canção original do filme é um caso à parte: “An Affair to Remember”. Tem uma cena especial: Quando a tia do milionário vivido por Cary Grant se despede do sobrinho querido tocando ao piano a bela canção. É de arrepiar.

 

A belíssima canção na voz de Vic Damone.

 O filme recebeu quatro indicações ao Oscar: fotografia, figurino, trilha sonora e melhor música. Na época a concorrência era barra pesada, mas se fosse hoje em dia teria ganhado os quatro prêmios da Academia, tranquilamente.

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16/07/2010 - Posted by | Uncategorized |

2 Comentários »

  1. 3 filmes maravilhosos que eu vi e sempre que posso repito.
    3 trillhas sonoras divinas com músicas maravilhosas.

    Comentário por Lourdes | 19/07/2010 | Responder

    • Concordo Lourdes,

      Além de grandes classicos, as trilhas sonoras são sensacionais.
      Também sempre que posso os assisto novamente.

      Abraços,

      Sávio

      Comentário por dsaviosoares | 19/07/2010 | Responder


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