SÁVIO SOARES

Cinema e música.

A “vamp” no cinema.


O vocábulo “Vamp”, na linguagem do cinema quer dizer “mulher fatal” – o oposto das estrelas boazinhas e ingênuas. “A Fool There Was” (1915) foi o primeiro filme a mostrar uma “mulher cruel” e foi inspirado no poema “The Vampire”, do escritor  Rudyard Kipling. Na verdade, o filme foi uma adaptação (com o mesmo título) de uma peça teatral.

 

A atriz Theda Bara (anagrama de Arab Death, que quer dizer “morte árabe”) foi a precursora da escola de vamps do cinema. A escolha do nome artístico foi intencional: uma “armação” objetivando envolver a figura da artista na lenda que era filha do amor proibido de um pintor francês e uma princesa egípcia. Tudo conversa fiada, pois o verdadeiro nome da atriz era Theodosia Bara (Theodosia???)

 

Theda Bara – A primeira vamp do cinema

 Segundo o escritor George Sadoul no seu livro “História do Cinema Mundial”, o termo “vamp” foi criado pelos cineastas dinamarqueses, principalmente nos filmes de August Blom (mas sem a denominação “vamp”), um dos grandes cineastas dinamarquês. Mas por lá, nenhuma estrela vamp se destacou tanto para merecer esse título – uma das razões que considero o cinema americano imbatível: “pega” a idéia e a transforma de uma maneira tão genial que esquecemos quem foi o verdadeiro criador.

 

Prefiro as vamps ao estilo boazinha e ingênua – Observe como a Madrasta má é bem mais interessante que a Branca de Neve

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21/07/2010 - Posted by | Uncategorized |

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