SÁVIO SOARES

Cinema e música.

Frank Sinatra – 13 anos sem o maior cantor do século 20.


“Você tem que adorar a vida, sabe?

Porque a morte é muito chata!” – Francis Albert Sinatra.

Quando o Frank nasceu, em em 12 de dezembro de 1915, nasceu morto. Arrancado à fórceps que o deixou com marcas no rosto por toda a vida, o bebê Sinatra estava morto. Foi necessário a astúcia da avó para colocá-lo imediatamente embaixo de uma torneira com água geláda para ressucitá-lo. A vida do maior cantor do mundo não foi fácil desde o primeiro momento em que aqui chegou – teve que abrir caminho na vida com a cara e a coragem.

Em 1939 casou com sua namorada de infância, Nancy barbato e empregou-se como crooner da orquestra de Harry James (mesmo famoso o Frank ainda o tratava como “patrão”), mas em 1940 passou para a banda de Tommy Dorsey dando início ao fenômeno Frank Sinatra – as garotas choravam, gritavam, ficavam histéricas e até desmaiavam ao ouví-lo cantar suas baladas romãnticas. Sinatra foi o precursor do que aconteceu, tempos depois, com Elvis Presley e Beatles. Em 1943, recebeu o apelido definitivo: “The Voice” (A Voz).

No cinema, Frank estreou no péssimo filme “A Lua ao Seu Alcance” (1943) atingindo o estrelato em “Marujos do Amor” (1943). Fez outros musicais de sucesso na Metro e foi lá que conheceu Ava Gardner e, em 1950, pediu divórcio de Nancy, mãe de seus três filhos. Com o animal mais belo do mundo, Sinatra protagonizou idas e vindas, brigas e reconciliações pelos quatro cantos do mundo. casaram-se em 1951.

No final da década de 40 a carreira do Frank estava em declínio e após o casamento com Ava Gardner já não havia gravadora e nenhum diretor o queria em seus filmes. Após o período negro, Sinatra conseguiu o papel do soldado maggio no clássico “A Um Passo da Eternidade” (1953) e ganhou o Oscar de ator coadjuvante. Você mereceu!, telegrafou a esposa Ava Gardner da Espanha, onde filmava “A Condessa Descalça”.

O Oscar reativou a carreira do Frank no cinema e nas gravadoras, mas não salvou o turbulento casamento com Ava. Divorciaram-se em 1957, mas Sinatra nunca a abandonou: ajudou-a financeiramente até a sua morte em 1990. Após a separação e da volta triunfal ao topo do showbusiness, veio discos definitivos, filmes inesquecíveis e romances com as mulheres mais belas do cinema (depois de Ava, lógico.)

Em 1976, após um terceiro casamento (1966) com a jovem Mia farrow, Sinatra resolveu sossegar: casou-se com Barbara Blakely Marx, ex-esposa de Zeppo Marx (59/68) e tornou-se a Sra. Sinatra, até a sua morte em 14 de maio de 1998. As reportagens anunciaram que as suas últimas palavras foram “I’m losing it”. Frank Sinatra tornou-se imortal através das canções, dos filmes, dos shows e das atitudes. apesar do grande material sobre o cantor, ainda tem muito para ser lançado (o filme do Scorcese, por exemplo) – para alegria dos eternos fãs.

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14/05/2011 - Posted by | Uncategorized

2 Comentários »

  1. O Frank Sinatra foi o maior cantor do mundo de todos os tempos. Ele não tinha para ninguem!

    Ademir

    Comentário por ademir mosqueti | 01/08/2011 | Responder

    • Olá Ademir,

      Temos a mesma opinião.

      Abraço,

      Sávio

      Comentário por dsaviosoares | 01/08/2011 | Responder


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