SÁVIO SOARES

Cinema e música.

“O Grande Gatsby” – Vem aí uma nova adaptação para o cinema.

O “Titanic” Leonardo DiCaprio é o ator principal do filme baseado no romance de F. Scott Fitzgerald. Estréia em 2012. As filmagens estão acontecendo na Austrália e continuarão até o final do ano. Além de DiCaprio, o elenco conta ainda com Carey Mulligan, Isla Fisher, Tobey Maguire, Jason Clarke e Joel Edgerton.

Em 1974, o filme teve no elenco Robert Redford e Mia Farrow e o tema foi a emocionante canção “What Will I do”, de Irving Berlin. A abertura do filme emociona pela canção e pela riqueza de detalhes.

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30/10/2011 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

“Accipe quod tuum alterique da suum”: Na voz de Tony Bennett, a versão definitiva de “Fly Me To The Moon”.

Do Tony, duas interpretações que considero imbatíveis: “I Left My Heart In San Francisco” e esta do compositor Bart Howard.

30/10/2011 Posted by | Uncategorized | 2 Comentários

“My Way” – Os três tenores. Impossível não se emocionar.

Só para recordar. O espetáculo foi na Copa de 1994, nos Estados Unidos.

Os três tenores encantam o Frank Sinatra ao som de “My Way”. Este DVD é um clássico. Imperdível para os fãs do melhor da canção adulta.

27/10/2011 Posted by | Uncategorized | 7 Comentários

O apogeu e o declínio dos grandes estúdios de Hollywood.

Até o tempo da 2ª Guerra Mundial todos os profissionais do cinema de Hollywood batiam o ponto nos estúdios. Podia ser a maior atriz do mundo. Até o tempo da guerra, pós-guerra. Porém mais ou menos a partir de meados da década de 50, mudou completamente a estrutura dos grande estúdios.

A guerra permitiu isso, talvez. Novos tempos, novas maneiras de encarar as mudanças. O pessoal começou a ver que, sendo independente, alugando o estúdio, ganhava mais. Foi consequência também de toda uma revolta sindical, dos atores.

O próprio Kirk Douglas disse do filho, Michael Douglas:

“Ele com dois filmes ganhou mais do que eu em toda a minha carreira profissional.”

Outro exemplo é também do filho do Henry Fonda, Peter Fonda, que fez com Dennis Hopper o Easy Rider, ou “Sem Destino”, em 1969, aquele filme inconformista. Eles, os atores, bancaram a produção. Peter Fonda ganhou ali mais do que o pai já havia ganhado.

Os estúdios morreram quando Louis B. Mayer se afastou da Metro Goldwyn Mayer; ele era o protótipo do grande homem de estúdio. Ele, e mais Darryl Zanuck da Twenty Century – Fox, e o Jack Warner, da Warner Brothers, os três colossos. Mudou tudo quando eles se afastaram. E também a estrutura da indústria do cinema começou a valorizar os diretores. Antigamente, poucos sabiam quem teria dirigido um filme da Ginger Rogers com o Fred Astaire. Ninguém olhava para os créditos de direção. (Talvez o primeiro a se impor foi Orson Welles)

No final da década de 60, surgem novos diretores, produtores e atores talentosos que erguem o cinema americano de uma desgastante crise: Martin Scorcese, Francis Ford Coppola, Robert Altman, Robert De Niro, Jack Nickolson,George Lucas, Steven Spielberg e tantos outros, numa época em que as drogas e o amor livre eram moda.

Há três livros bem interessantes que trata sobre o tema. A leitura é envolvente, recriando o clima dos bastidores do cinema de cada época. Claro, exitem centenas, milhares de livros excelentes, mas os três são bem didádicos e de fácil leitura.

“Cidade das Redes”, de Otto Friedrich (Companhia das Letras). “História social e cultural da época áurea da capital. do cinema.”

“O Gênio do Sistema”, de Thomaz Schartz (Companhia das Letras). Descreve a grandez de Hollywood em seus anos dourados através da visão dos excutivos e produtores do grandes estúdios.

“Como a Geração Sexo, Drogas e Rock’N’Roll Salvou Hollywood“, de Peter Biskind (Editora Intríseca). Após uma crise de talento, a partir de 1969 surge em Hollywood uma safra de jovens e talentosos diretores, produtores e atores que causam um novo impacto no cinema de Hollywood.

27/10/2011 Posted by | Uncategorized | | Deixe um comentário

Orlando Silva! Parabéns !

Não, não é o ex-ministro. Estou falando do cantor…

27/10/2011 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

Tema do filme “Tres Homens em Conflito” – Sensacional!

O tema musical de Ennio Morricone é tão relevante quanto o filme do mestre Sergio Leone.

Esta gravação é simplesmente espetacular.

26/10/2011 Posted by | Uncategorized | 4 Comentários

“Cavalo de Guerra” (War Horse) – Vem aí o novo filme de Steve Spielberg.

Posso ter esquecido, mas lembro-me do último filme do Spielberg que me fascinou: “A Lista de Schindler” (aguardo ainda, esperançoso, a adaptação de “As Aventuras de Tintin”, um dos meus quadrinhos preferidos); de lá para cá nada marcou a mim. Nenhuma cena emocionante ou lúdica – filmes deste competente diretor passaram em branco.

Agora, “o homem dos blockbusters” (isto não é um elogio…) vem aí com mais uma película que promete se destacar neste final de ano. O filme é retratado durante a 1ª Guerra Mundial e trata da amizade entre um adolescente e seu cavalo de estimação que vai para a guerra.

O livro foi adaptado inicialmente para o teatro e Spielberg estava em Londres onde assisitiu a peça e se encantou pela história. Pelo que li, trata-se de um drama dirigido ao público infanto-juvenil e que vai fazer muita gente chorar. Vamos ver se o choro será de satisfação ou de decepção.

A estréia nos Estados Unidos está prevista para o Natal. É esperar para ver no que vai dar…

24/10/2011 Posted by | Uncategorized | 5 Comentários

Só no grito do Tarzan…

O dia começou ruim – a telefonia celular está cada vez pior. 

Só através da “Operadora Tarzan Call”

24/10/2011 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

O lendário Count Basie e orquestra.

Por mais de trinta anos, o grupo de Basie, sem mudar radicalmente o seu estilo, permaneceu uma das melhores, maiores e mais admiradas orquestras. O estilo era amplo, robusto, os sons dos integrantes eram sempre quentes, espaçados com numerosos solos magníficos e contavam com o leve e envolvente piano de seu líder.

O interessante é que os seus músicos sempre receberam mais liberdade, em geral, do que quaisquer outros, em qualquer orquestra. Mas, se qualquer deles saísse dos limites, Basie o puxava para dentro, com firmeza, tirando as dúvidas de “quem era o boss“. Por fim, se o integrante continuasse fora da linha o líder simplesmente o deixava ir, sem stress.

Na verdade, Basie sempre fora considerado um bom líder. Escolhia seus músicos com extremo cuidado e pela maturidade emocional de cada integrante, dando, logicamente, a mesma importância à habilidade musical. Sempre os tratara com respeito e dignidade. No fundo, Basie era um homem gentil e humano, cheio de humor e extremamente tranquilo.

Um detalhe: Só para ter uma pequena noção do altíssimo nível da orquestra do grande Count Basie, entre os músicos que a integravam havia um saxofonista que também se transformou em lenda: Chamava-se Lester Young.

23/10/2011 Posted by | Uncategorized | | 9 Comentários

A ótima atriz Judy Holliday, na disputa do Oscar de 1950, derrotou estrelas do primeiro time de Hollywood.

Foi uma surpresa quando Judy holliday ganhou o Oscar de melhor atriz de 1950 por “Nascida Ontem” (Born Yesterday); afinal, Judy derrotou nada mais, nada menos que Bette Davis e Anne Baxter por “A Malvada” (All About Eve), Gloria Swanson por “crepúsculo dos Deuses” (Sunset Boulevard) e Eleanor Parker por “À Margem da Vida” (Caged). Só que o prêmio, como ocorreu com outras intérpretes, não intensificou a carreira cinematográfica da bela vencedora do prêmio mais cobiçado (ainda) do mundo do cinema.

É preciso ressaltar que trata-se de uma atriz que se dedicou mais ao teatro – sua preferência e talvez um dos motivos para “frear” sua carreira em Hollywood. Outros livros citam que outro motivo da escassez de papéis no cinema se deve ao episódio conhecido como “Caça às Bruxas”, quando diversos artistas, roteiristas, diretores e outros tantos de Hollywood foram perseguidos e se tornaram alvos do FBI (com o poderoso e cruel Edgar Hoover, sempre agindo nos bastidores, of course) na famosa caça aos comunistas – uma pura idiotice que de vez em quando assola a América.

Após a premiação, fez mais sete filmes, como “O Cadillac de Ouro” (The Sollid Gold Cadillac, 1956) e seu último filme foi “Essa Loura Vale Um Milhão” (1960). Infelizmente, Judy Holliday teve uma vida curta: Vítima de câncer, faleceu em 7 de junho de 1965, em Nova York – duas semanas antes de completar 44 anos.

23/10/2011 Posted by | Uncategorized | 2 Comentários