SÁVIO SOARES

Cinema e música.

Nona Sinfonia de Beethoven no Japão.

Esse evento acontece todo primeiro domingo de dezembro para comemorar os mais de 400 anos do Castelo de Osaka, um dos mais importantes castelos do Japão. O evento chama-se Suntory, com dez mil pessoas cantando a Nona
Sinfonia e acontece pela terceira vez. Tem feito tanto sucesso que vem se alastrando por outras províncias, como Tokyo.

Meu amigo José Maia, admirador e profundo conhecedor de música clássica, enviou esta pérola…

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30/04/2012 Posted by | Uncategorized | 6 Comentários

Um momento mágico…Barbra Streisand e Frank Sinatra…montagem para “I’ve Got A Crush On You”…

29/04/2012 Posted by | Uncategorized | 3 Comentários

Vídeo histórico do Titanic…

Aqui está um dos noticiários de teatro originais que foi mostrado ao público ansioso após o desastre do Titanic. Embora este filme seja para mostrar o Titanic, as imagens foram realizadas em Nova York durante o verão de 1911. O capitão Edward John Smith é visto usando o uniforme de verão da White Star Lines. Vemos visões da vida a bordo do navio antes da partida e da viagem de regresso nova York. Capitão Smith é visto observando o cais em frente e o deck abaixo dele. Há também vistas panorâmicas sobre o Deck que mostram alguns dos navios ancorados. Os botes salva-vidas estão na posição, olhando da popa para a proa – infelizmente insuficientes para resgatar os tripulantes…

Em determinado momento o filme corta para cenas do resgate no navio Carpathia. A bordo do navio, o Capitão Auther Rostron é visto junto com os membros mais jovens da tripulação passando informações para a imprensa do porto.

Ao todo, este vídeo é uma triste, porém histórica recordação não somente as reações iniciais ao desastre do Titanic, mas também uma lembrança dos primórdios da cinematografia.

29/04/2012 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

Titanic – Os momentos finais…trecho do livro “Titanic – A História Completa” (2011) de Philippe Masson. Impressionantes relatos de sobreviventes…

Em 15 de abril de 1912, o Titanic da White Star, o maior e mais luxuoso transatlântico do mundo, desaparecia nas águas do Atlântico, durante a travessia inaugural, depois de se chocar com um icerberg. O Titanic é muito mais do que uma tragédia no mar. A noite de 15 de abril de 1912 passou a ser uma lenda, um mito, que ainda provoca extraordinária repercussão. Eis um trecho do ótimo livro do historiador especializado na Marinha, Philippe Masson:

Com a partida das últimas embarcações, uma calma estranha, sobrenatural, reina a bordo. Centenas de passageiros ligados, a partir de então, ao destino do navio demonstram um desprendimento surpreendente. Sem gritos, sem pânicos. A orquestra continua a tocar, a bombordo, ao lado da segunda chaminé, diante da escadaria… ragtimes, a melodia “Outono”.

 …O casco agora está na vertical. Ergue-se como um menir (bloco de pedras) que se desenha à perfeição sobre um céu coalhado de milhares de estrelas. Alguns não podem suportar o espetáculo. Desviam o olhar ou escondem o rosto com as mãos. Após alguns minutos intermináveis, o Titanic afunda e desaparece nas profundezas. Sem turbilhão, sem nenhum movimento de sucção. São 2h20.

Assim que o navio desapareceu, um imenso clamor se fez ouvir, o que assombrará durante anos as noites dos sobreviventes. São os gritos de sofrimento, de aflição, de centenas de passageiros jogados brutalmente no mar, mergulhados numa água glacial, no limite do congelamento. “Socorro, ajuda, meu Deus”. Durante mais de uma hora, diminuindo aos poucos de intensidade, esses gritos dilacerantes vão se fazer ouvir.

O livro impressiona pela narrativa de cinema, com fotos reais e depoimentos de sobreviventes, apenas 15 náufragos são recolhidos pelas 18 embarcações que cercam o local da catástrofe. Trata-se de homens extremamente fortes que tiveram força para nadar 200 ou 300 metros nas águas geladas do Atlântico Norte. Na verdade, este livro esclarece bem mais sobre o naufrágio do Titanic do que o filme açucarado de James Cameron…

29/04/2012 Posted by | Uncategorized | | Deixe um comentário

Ava Gardner no set de “A Condessa Descalça” (The Barefoot Contessa, 1954)…foto rara…

29/04/2012 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

Nos cinemas, o gângster enfrenta um inimigo poderoso: O Super-herói…

Há um tipo autêntico e essencialmente típico do cinema norte-americano: o gangster… Antes, porém, torna-se necessário definir o que seja gangster. Segundo Angel Zuñiga, “O gangster é o herói da cidade mecanizada.” De fato, o gangster constitui produto de uma sociedade corrupta, consequente de sérios e profundos fatores sócio-econômicos.

Desde Scarface, o gangster do cinema fora sempre um ser melancólico, um solitário, impelido a praticar o mal por uma vontade indomável. Porém, quando surgiu Don Corleone, figura emblemática e instigante criada e desenvolvida em livro e cinematograficamente produzida pelo trio Mario Puzzo, Francis Ford Coppola e Marlon Brando, uma fascinação obscura, mas carismática imperou nas décadas de 70, 80 e 90 nos cinemas.

Acontece que ultimamente os filmes de gangster vêm se escasseando, embora a estatística da produção de Hollywood assinale, aqui e ali, uma produção do gênero. É que o filão, de tão rentável, não é mais tão rendoso quanto os filmes do Homem-Aranha, Capitão América, e outros heróis dos quadrinhos. Acho que infantilizaram de vez o público adulto…

28/04/2012 Posted by | Uncategorized | | Deixe um comentário

Noël Coward…”letrista, compositor, cantor, dramaturgo, ator, produtor de cinema, roteirista, romancista, contista, memoralista, showman e até espião para seu país na Segunda Guerra…” – Ruy Castro.

Por tais razões ganhou o epíteto de “The Master” – o mestre. Mas desde cedo ele já sabia, pois lhe perguntaram quando ainda criança o que ele queria ser quando crescesse. Noël Coward enfiou as mãos nos bolsos das calças curtas e respondeu:

Um sucesso.

28/04/2012 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

Jeri Southern…”That Old Called Love Again”…escute essa voz…

27/04/2012 Posted by | Uncategorized | | 4 Comentários

“Um Dia em Nova York” (On The Town, 1949)

Quando este musical finalmente chegou às telas de cinema, em 1949, não era apenas que a guerra havia findado, ela parecia não ter deixado vestígio. Ao que parece, algum todo- poderoso do cinema tomou uma decisão de que um só golpe anulou toda a profundidade da peça de Leonard Bernstein que estreou na Broadway e que se transformou em filme.  Sem vestígios de uma guerra com a Alemanha, não há razão para se incomodar com a vida dos nossos heróis.

Os marinheiros Gabey (Gene Kelly), Chip (Frank Sinatra) e Ozzie (Jules Munshin) aproveitam a folga para passar um dia inteiro e Nova York e cada um deles já traçou um plano para aproveitar a folga.

A aventura dos três marinheiros começa quando, em um túnel do metrô, Gabey vê a fotografia da bela modelo Ivy Smith ( Abela Vera-Ellen)) e diz ter encontrado a mulher de seus sonhos, arrastando seus amigos na busca de sua paixão. Nesta aventura regada a música e dança, desfilam seus talentos como cantores, atores e dançarinos.

No filme, Sinatra diz de modo brincalhão: “O que faz uma garota dirigindo um táxi? A guerra acabou.” Mal sonha ele que a garota vai levá-lo direto para a alcova dela; Sinatra procura mantê-la à distância, mas não por muito tempo… Este passa a ser o sentido do pós-guerra – amor livre, sem preocupação ou mesmo compromisso.

“On The Town” (escrita por Leonard Bernstein e letra de Betty Comden e Adolph Green), um clássico em homenagem à Cidade Que Nunca Dorme…

27/04/2012 Posted by | Uncategorized | | Deixe um comentário

Ava Gardner…eterna…

27/04/2012 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário