SÁVIO SOARES

Cinema e música.

“Besame Mucho” na voz sensacional de Dean Martin…

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01/07/2012 Posted by | Uncategorized | | 4 Comentários

Frank e Dean em momento mágico…

Frank Sinatra e Dean Martin, amigos dentro e fora do palco. Impressionante como Dean Martin conseguiu dar a volta por cima quando desfez a parceria com Jerry Lewis. Tornou-se um ótimo showman. Pelo que assistimos hoje em dia, essa dupla faz muita falta. Bons tempos…

 

20/06/2012 Posted by | Uncategorized | , | 3 Comentários

Dean Martin e Ricky Nelson…um momento mágico do cinema…

Onde o Inferno Começa” (Rio Bravo, 1959), clássico com John Wayne e Dean Martin.

Howard Hawks não queria lançar Ricky Nelson, que ele considerava ser ao mesmo tempo muito jovem e sem experiência na telona, e deliberadamente deu-lhe um papel menor, no estilo bico. No entanto, após alguns anos, Hawks admitiu que ter o nome de Nelson destacado nos cartazes provavelmente adicionou uns 2 milhões a mais nas bilheterias…

26/03/2012 Posted by | Uncategorized | , | Deixe um comentário

Dean Martin – O Rei do Cool.

Um dos raros vídeos de Dean Martin, interpretando “Three Coins In The Fountain” na entrega do Oscar em 1955.  Atenção para o detalhe: Depois de Bob Hope, o amigo e parceiro Jerry Lewis faz a sua apresentação bem ao seu estilo. Depois, entra a classe e a elegância do grande Dino…

Final de semana, muita chuva, prepare o bourbon e aproveite…

11/03/2011 Posted by | Uncategorized | | 2 Comentários

Dean martin entendia de atores…

O esperto Dino não caía nas armadilhas de Hollywood, ele sabia o tipo de gente que o rodeava. Uma das frases dita pelo mito, foi esta: “Uma pessoa não se torna neurótica porque é ator ou atriz em Hollywood. Na maioria das vezes elas se tornam artistas justamente porque são neuróticas…”

Ele era genial…

07/12/2010 Posted by | Uncategorized | | Deixe um comentário

O grande Dean Martin faz uma falta danada.

“Nada se cria tudo se copia”. Nesse caso, o ditado não funcionou. Ninguém superou (ou mesmo igualou) o carisma, o charme e o humor irônico e refinado do showman Dean Martin.

Dino aparentava um ar de “não tô nem aí”, mas era um profissional que dominava os palcos mais disputados do mundo numa época em que os artistas tinham que ser no mínimo ótimos para terem os seus nomes escritos nos cartazes.

Neste vídeo o diretor/produtor Greg Garrison faz uma sensível homenagem ao amigo Dino e mostra a simplicidade de um astro que não caiu nas armadilhas do sucesso. Depois, Dean Martin entra arrasando na belíssima canção Everybody Loves Somebodys Sometimes. Tudo isso está no DVD “That’s Amore” sobre vários momentos do astro. Vale a pena conferir.

 

Dean Martin – Simplesmente inesquecível e insuperável.

02/11/2010 Posted by | Uncategorized | , | 6 Comentários

Dean Martin também fazia do deu jeito.

Dino em estado puro: Na década de 60, mesmo no auge, querido e requisitado, com vários shows em cassinos, contava piadas intercaladas por canções sérias ou paródias e arrastava multidões de fãs que o reverenciavam e riam de tudo que fazia. Mas nada disso parecia lhe subir a cabeça. Na verdade, apenas metade do seu tempo era ocupada pelo trabalho – boa parte da outra metade Dean dedicava ao golfe.

 

Difícil imaginar nos tempos de hoje um astro que não se importe com os holofotes. Dean Martin não se preocupava com essas bobagens.

25/06/2010 Posted by | Uncategorized | | 2 Comentários

A história de como um comediante judeu conheceu um comediante italiano é uma verdadeira lenda em Hollywood.

O que fazia Martin e Lewis funcionarem eram suas diferenças e não as semelhanças. É preciso juntar a nitro e a glicerina para que o negócio funcione.  – palavras de Joe Mantegna, o ator que melhor interpretou Dean Martin.

 

Jerry era um jovem comediante . Ele fazia um número de música em que tocava discos, gesticulava e fazia paródia da voz, ou pegava um disco sério e acabava com ele. Dean era um crooner (e que crooner!) da era pós-Sinatra de crooners ítalo americanos.

O grande Dean Martin em ação.

 Os dois artistas se conheciam e chegaram a atuar juntos nos mesmos clubes, mas o primeiro sinal de mágica aconteceu quase acidentalmente. Eles estavam no mesmo programa do Clube Havana Madrid e começaram a fazer enquete no último show da noite. O cantor não acabava a música, o comediante o interrompia…mas não era ofensivo. Era muito divertido. Alguém disse que parecia uma jam session do showbusiness.

 Jerry estava no Clube 500 em Atlantic City. O cantor era horrível e o gerente não gostava de Jerry. O comediante pediu que o agente de Dean o mandasse para lá. Então, o gerente do Copacabana (de Nova York) havia feito um contrato com a dupla para abrir o show de Vivian Blaine, mas esse acordo durou apenas uma noite. Simplesmente Dean Martin e Jerry Lewis botaram a casa abaixo. Tanto que se tornaram a atração principal. Vivian Blaine recebeu uma indenização e foi embora. A partir daí, todos os colunistas e jornalistas começaram a falar de Dean e Jerry.

A dupla em plena sintonia.

 “Ninguém conseguia mais risadas do que Martin e Lewis.”, disse o comediante Alan King.  Em reportagens, livros, todos que tiveram a sorte de assisti-los disseram  que eles arrasavam. “Você não sabe o que é isto até ver Martin e Lewis. Eles detonavam. Era um pandemônio. Vejo comédia há 60 anos e nunca ouvi risadas como as de Martin e Lewis em lugar nenhum”, concluiu Alan King.

 Acredito. Basta assistirmos aos filmes da dupla para termos uma pequena noção da energia, da química dos dois mitos no palco.

09/04/2010 Posted by | Uncategorized | , | 4 Comentários

Dean Martin – Humor refinado, elegância e carisma.

No livro autobiográfico do cantor Pat Boone, “A New Song”, há uma passagem que demonstra o tipo de humor que Dean Martin demonstrava nos palcos. Ele diz o seguinte:

Dean Martin e eu assassinamos algumas canções e estragamos alguns campos de golfe juntos. Não faz muito tempo, em seu programa cômico, Dino apareceu com outra:

 “Aquele Pat Boone! Ele é tão religioso, sabe! Um dia dêstes eu apertei a mão dêle e todo o meu lado direito ficou sóbrio!”

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04/09/2009 Posted by | Uncategorized | | 5 Comentários

Jerry e Dean – Inesquecíveis.

A primeira lembrança de Jerry Lewis e Dean Martin vem dos filmes que passavam na “Sessão da Tarde”. Dean fazia o papel do galã enquanto Jerry era quem aprontava todas – por tal razão, nesse período, apenas me interessava pelas palhaçadas e caretas do brilhante Jerry. Mas com o tempo acabei preferindo o humor irônico e refinado de Dean Martin – logicamente não desmerecendo a genialidade do grande Jerry Lewis…

 Enquanto Jerry preparava minunciosamente cada cena de humor, capaz de destruir um estúdio para extrair um resultado que lhe agradasse, Dean aceitava pacientemente ser escada para todas essas gags do parceiro.

Dean e Jerry em ação.

Dean geralmente ficava quieto, mantendo um distanciamento que o tornava ignorado pelas pessoas – era exatamente o que Ele queria – o oposto de Jerry. Segundo a atriz Shirley Maclaine no livro “Lembranças de Hollywood”, Jerry Lewis  passou a se sentir o novo Charles Chaplin, produzindo filmes caseiros e exigindo que o parceiro cantasse e atuasse.

 Chegou o momento em que Dean Martin cansou de tudo e Maclaine presenciou:

Como Dean não se opunha ao parceiro, Jerry obtinha cada vez mais o controle das coisas. Certa manhã, ouvi-os discutindo.

  – Quando quiser acabar tudo, basta me dizer!  – Gritou Dean.

 – Mas Dean, o que eu faria sem você?

 – Temos um elo especial – disse Jerry com uma risadinha.

 Piadas psicológicas começavam a se tornar uma nova forma de comunicação, mas Jerry parecia falar sério. – Amamos um ao outro, não é verdade?

– Fale você sobre amor – Disse Dean. – Para mim você é apenas a porra de um contrato!

jerry e dean

O fim da dupla veio quando Jerry exigiu que Dean interpretasse um policial de uniforme. Era o que faltava para acabar a parceria – Dean se recusou e após uma discussão foi embora para sempre. A partir daí cada um seguiu o seu caminho.

 Jerry Lewis tornou-se um produtor independente, fez filmes que deram certo (O Mensageiro Trapalhão, O Terror das Mulheres e O Professor Aloprado) e tornou-se mais poderoso, mais milionário e mais megalômano.

 Mas Dean nasceu num ambiente em que os amigos eram os mafiosos, apostava em corridas de cavalos ou qualquer coisa que se movia, foi pugilista e carteador de vinte-e-um na noite de abertura do Flamingo Hotel do mafioso Bugsy Siegel em Las Vegas. Ele iria sobreviver.

 Dean martin sofreu, fez filmes ruins, mas teve instinto apurado e num rasgo de brilhantismo criou um personagem que levou aos palcos até o fim de sua carreira: “Dean o Bêbado”. Após o retorno triunfal retornou ao cinema, aos shows (era um crooner genial), entrou na turma do Rat Pack e se tornou amigo íntimo de Frank Sinatra.   

Após 20 anos sem nenhum contato entre os dois, Sinatra fez uma surpresa emocionante a Jerry Lewis: Em 1976 levou Dean Martin ao programa beneficente Telethon.

04/09/2009 Posted by | Uncategorized | , , | 10 Comentários