SÁVIO SOARES

Cinema e música.

John Ford, a ação e o drama muitas vezes estão separados por segundos…

Cena do clássico “Rastros de Ódio” (The Searchers, 1956), no final, a perseguição e o desenlace emocionante e surpreendente…

John Wayne e a jovem e bela Natallie Wood.

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22/07/2012 Posted by | Uncategorized | , , | Deixe um comentário

O ator John Wayne e o diretor John Ford – Os maiores do faroeste.

20/06/2012 Posted by | Uncategorized | , | Deixe um comentário

John Wayne: Cowboy apenas nas telas…

John Wayne, o ícone do faroeste, o maior cowboy do cinema,  não passava a maior parte do ano em fazendas, andando e criando cavalos. Na verdade, Wayne não gostava de cavalos. Pior: Desconfiava e tinha medo deles. Sua idéia de férias não era de esconder-se num haras em meio a cavalos de raça ou mesmo numa fazenda em meio a vacas, galinhas e galos, mas sair com seu barco pela costa do México e da Califórnia e encher a cara de tequila acompanhado de belas latinas…  

John Wayne preferia navegar pela costa do México a cavalgar pelas pradarias dos Estados Unidos…

06/05/2012 Posted by | Uncategorized | | 2 Comentários

“Sangue de Bárbaros” (The Conqueror, 1955) – O filme mais amaldiçoado da história de Hollywood.

Quando Marlon Brando deixou de atuar neste filme vivendo o papel do poderoso Gengis Khan, não sabia do que estava se safando. Provavelmente não teríamos o ícone Marlon Brando no papel de Don Corleone. Infelizmente perdemos outro ícone do cinema: Jonh Wayne, além de muitos outros atores de primeira, coadjuvantes e integrantes da equipe que participaram desta produção.

O filme foi um fracasso de crítica e de público devido a um péssimo roteiro. Mas isto não significou nada em comparação ao que ocorreu durante e depois das filmagens. Levou algum tempo para que o pessoal do cinema começasse a associar o câncer de Wayne ao de outros atores e técnicos que, assim como ele, haviam participado deste trágico filme chamado “Domínio de Bárbaros”, ou “Sangue de Bárbaros” (dependendo da boa vontade dos nossos tradutores…), rodado no deserto de Utah em 1955. Quando esta descoberta aconteceu, foi um choque terrível.

Vamos à lista fatídica:

– O diretor do filme, Dick Powell, que também atuou como cantor, morreu de câncer finfático em 1963.

– O ator mexicano Pedro Armendariz se matara, também em 1963, ao saber que tinha o mesmo tipo de câncer.

 – A atriz Susan Hayward morreu dez anos depois, após uma luta titânica contra uma série de tumores (morreria de um tumor no cérebro em 1975).

 

– A atriz Agnes Moorehead, que fez o papel da divertida e malévola Endora no seriado “A Feiticeira“, morreu na década de 70, também de câncer.

– Thomaz Gomes, com diversas aparições em seriados de TV, faleceu também de câncer na década de 70.

Você achou pouco? Coincidência? Então vamos lá: Além dos citados atores, outros 46 participantes da filmagem vieram a falecer de câncer. No final, 91 participantes, convidados ou familiares que estiveram presentes nas filmagens foram atingidos (incluindo os sobreviventes Michael e Patrick Wayne, filhos de John Wayne e Tim Barker, filho de Susan Hayward, que visitaram seus pais no deserto.)

Descobriram que alguns meses antes da filmagem, o governo americano realizou testes nucleares a céu aberto (hoje proibidos), a 220 quilômetros da locação, e que a equipe tinha sido exposta a um nível fatal de radiação. Uma tragédia sem proporções, sem comparações na história do cinema americano, quiçá mundial.

21/09/2011 Posted by | Uncategorized | , | 5 Comentários

John Wayne, e o efeito estufa?

Se vivo estivesse, John Wayne não poderia, semana passada, passear pela Dinamarca – os ecologistas provavelmente o tirariam para Cristo.

O astro maior do faroeste chegou a ter mais de seis milhões de cabeças de gado em suas terras nos EUA. Imaginou o efeito na camada de ozônio?

Wayne enfrentaria inimigos piores do que os comanches…

22/12/2009 Posted by | Uncategorized | | 2 Comentários

Um faroeste de primeira classe: “O Homem Que Matou o Facínora” (The Man Who Shot Liberty Valantine, 1962).

Ante “The man who shot Liberty Valance”, até aqueles críticos rebeldes por estudada atitude ou sofisticados por formação não puderam reprimir o espanto.” – Antonio Moniz Viana.

Aos sessenta e sete anos o diretor John Ford manteve o alto nível que lhe era característico. Não se pode dizer que na época do lançamento os fãs foram surpreendidos pelo grande filme feito pelo genial diretor.

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No clássico faroeste há mitos e grandes atores do cinema por todo lado: James Stewart, no papel do advogado que é transformado em herói, John Wayne interpretando o pistoleiro mocinho, Lee Marvin (o bandido Liberty Valance) e a bela atriz Vera Miles que também atuou em Rastros de Ódio.   

Ford trata de temas que se entrelaçam e sobre a criação de heróis através de fatos nunca investigados profundamente. Durante o filme ocorre um equívoco crucial e no final um personagem da trama diz uma frase que se tornou clássica e até hoje é lembrada por todos os admiradores da sétima arte.

 “Quando a lenda se torna fato, publique a lenda.”

26/09/2009 Posted by | Uncategorized | , , | 2 Comentários

O faroeste “Rastros de Ódio” é grande em qualquer gênero.

Para quem torce o rosto para filmes de western, não se trata apenas de um grande faroeste, mas de um grande filme em qualquer gênero. Jay Cocks, ex-crítico da revista Time, considerou Rastros de Ódio (“The Searchers”) O filme mais admirável produzido na América.

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The Searchers foi o primeiro western filmado em Vistavision que era um formato próprio para projeção em tela panorâmica.

 A arte de John Ford está plenamente representada neste Western e a sua performance de diretor atinge o ápice. O escritor Antonio Carlos Gomes de Mattos, autor de “Publique-se a Lenda: A História do Western”(Editora Rocco), disse: Ford se apega ao seu herói, este “homem só”, irremediavelmente perdido e afastado da civilização, do calor do lar e a vida, enigmático e taciturno… John Wayne representa o papel imaginado por Ford com maestria.

Mais um encontro do genial diretor John Ford e do ícone do faroeste John Wayne, no papel do amargo Ethan Edwards, um ex-combatente da Guerra Civil Americana – para muitos o melhor papel de sua carreira.

 Ethan retorna ao rancho da família após três anos de terminada a Guerra Civil e após um massacre dos comanches que destrói toda a família, parte atrás de vingança e de resgatar quem desapareceu: duas sobrinhas raptadas por Chief Scar (Henry Brandon) o líder dos comanches.

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A direção é firme, o elenco é excelente. Personagens complexos, cenas emocionantes e as paisagens exuberantes do Monument Valley, jamais mostradas de forma tão grandiosa.

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Esse replay é dos bons.

06/09/2009 Posted by | Uncategorized | , , , | 9 Comentários