SÁVIO SOARES

Cinema e música.

A belíssima e talentosa Florinda Bolkan entrevistada por Ibrahim Sued…”cavalo não desce escada”…

Florinda estava no auge da beleza e sensualidade. Uma atriz que saiu de Uruburetama, Ceará e tornou-se conhecida mundialmente pela beleza e talento.  A divertida  e histórica entrevista foi realizada em 1976. O colunista  e playboy Ibrahim Sued marcou época com os seus bordões impagáveis… 

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23/04/2012 Posted by | Uncategorized | , , | Deixe um comentário

Anita Eckberg – Segundo o nosso eterno playboy, Jorginho Guinle, “desprovida de inteligência, mas na cama a mais desinibida…”, Jorginho completou, dizendo o seguinte: “Mas nós (playboys da época) não estávamos atrás de inteligência, senão iríamos para a cama com Einstein…”

17/03/2012 Posted by | Uncategorized | , | Deixe um comentário

Os maiores playboys já sabiam: A propaganda é a alma do negócio.

Não, não são apenas os adolescentes de nosso tempo que se gabam de suas dimensões fálicas. Os trogloditas já sabiam, há 100 mil anos, que propaganda é a alma do negócio.

O membro lendário de Rubirosa adquiriu vida própria após a morte do homem ligado a ele: mais de três décadas depois da morte de Rubi, um escritor da Revista Vanity Fair viu-se pedindo a mulheres que tiveram experiência própria com o playboy comparações – elas não tiveram dúvida – compararam ao seu sapato tamanho 45.

Seus dotes não podiam ser discutidos em jornais ou em em meio à sociedade culta, mas ele não dependia da imprensa ou das pessoas decentes para ter sucesso. Sua carreira baseava-se num segredo, num acaso feliz da genética. Era o dono do mais famoso “Moedor de Pimenta” da “Cidade Luz”.

Já Ali Khan, era conhecido nas altas rodas do Jet Set internacional, mas só conseguiu se tornar um playboy popularmente conhecido quando casou-se com a diva do cinema Rita Hayworth, além da beleza monumental, também era conhecida por não levar desaforo para casa.

Jorginho Guinle nos conta em seu livro que, certa vez, quando a diva do cinema Rita hayworth se tornou noiva do playboy, soube que o pai do noivo, Aga Khan, considerado um Deus vivo pelos seguidores de sua religião, achou um absurdo o filho se casar com uma estrela de cinema. A diva desbocada não perdeu tempo, chegou para o poderoso pai do noivo e disse:

– Você pensa que é Deus? Mas está recheado de merda como todo mundo.

Foi uma vergonha, mas mesmo assim Ali Khan foi inteligente (lógico, ele sabia o prato que comia…) não ouviu o pai e casou-se com Rita , tornando-se um playboy mundialmente conhecido. A partir daí, depois desta grande propaganda mundial, Ali viveu alguns anos com a diva, tiveram uma filha e depois colheu os frutos desse relacionamento popular, conquistando várias beldades mundo afora – sem dúvida, uma divulgação perfeita para espalhar lendas e histórias de um dos maiores playboys da história.

O Nosso Jorginho Guinle, o maior playboy brasileiro (tivemos também o Baby Pignatary), nunca foi dono do Copacabana Palace, mas todas as atrizes pensavam que Jorginho era o proprietário do lendário hotel. Certa vez, divagando sobre os grandes playboys e conquistadores do século 20, nos contou em seu livro biográfico que o dote do Sinatra não estava só na voz,  o maior cantor do século 20 foi favorecido por Deus não apenas em cordas vocais divinas, mas também em outro instrumento: o fálico. Jorginho escreveu:

Ali Khan tinha um charme devastador. Não havia uma que resistisse. Se bem que o maior conquistador de todos foi o Frank Sinatra. Desse, nenhuma escapava. Dizem que era bem-dotado e adorava que fizessem sexo oral nele. Quando nos shows dele aparecia alguma corista sem voz, logo brincavam: “Essa esteve com o Frank ontem.”

Propaganda, sempre propaganda… Mas só a divulgação não é suficiente! Aqui, algumas coristas (ou seriam as “mudinhas”? ) do Frank.

23/06/2011 Posted by | Uncategorized | , | Deixe um comentário

Extra! Extra! Greta Garbo nua na piscina! Uma historinha que o nosso Jorginho Guinle presenciou.

Jorginho, o nosso mito playboy, nos contou o seguinte no livro autobiográfico (já um clássico, para colecionadores) “Um Século de Boa Vida” (Ed. Globo):

Esse negócio de nadar pelado na frente dos outros tanto pode ser considerado coisa de selvagens como pode ser coisa de gente muitíssima civilizada. mais ou menos na época da inauguração do cassino do Errol Flynn (um dos maiores garanhões de Hollywood – insaciável!), fui a um jantar, numa casa lindíssima. Eram amigos da Greta Garbo. Verão quente San Miguel, nesta cidade faz um calor tremendo. Jantar no jardim. Serviram montanhas de caviar, acompanhado de champagne Don Pérignon, que já existia naquela época.

Estavam lá o Arthur Rubistein, O Igor Stravinsky, esses dois eram inseparáveis, mais Gary Cooper, que era casado com uma mulher da alta sociedade de San francisco. Havia vários ingleses presentes , como aquele tão simpático, de bigodinho, o David Niven, que ficou muito amigo meu. Naturalmente estavam lá todos os donos de estúdios. E o jornalista Walter Winchell, homem de imprensa mais influente de seu tempo.

Na festa conversávamos de tudo, menos de política. Greta Garbo estava com um scort, Eric Gol-Schimdt-Rothchild, da família dos mais antigos milionários da Áustria. Mas Greta era mais enigma.

Estava fazendo seu último filme e estava naquele dia no jantar de San Miguel.

De repente a Greta diz:

 “Com licença.”

Foi para o vestiário, voltou nuazinha, atirou-se na piscina e começou a nadar, Pra lá e pra cá. Todo mundo, civilizadíssimo, achando a maior graça. Só podia ser na Califórnia. E só podia ser Greta Garbo.

Chamava-se Greta Lovisa Gustafsson, nascida em 1905 em Estocolmo, capital da Suécia. Moça pobre, foi trabalhar como balconista, e aos 16 anos ganhou um concurso de beleza de maiôs. O prêmio era uma bolsa de estudos para curso de teatro. Quatro anos depois estava nos Estados Unidos, fazendo um sucesso atrás do outro, Rainha Cristina, Mata-Hari, Ninotchka, A Dama das Camélias. Virou mito.

Então, diante do fracasso de Duas Vezes Meu, filme de 1941 em que a Metro tentou americanizá-la, simplesmente retirou-se do cinema, da vida enfim, passou os restantes dos 50 anos de sua vida reclusa, sem jamais falar à imprensa, uma coisa de louco.

 Greta Garbo – Louca ou sábia?

08/06/2011 Posted by | Uncategorized | , , | 1 Comentário

Jorginho Guinle – Uma das maiores cantadas da história.

 Não à toa Jorginho foi o nosso maior playboy. Saber, com classe, dizer palavras que desarmam qualquer musa é para poucos…

Essa está no livro do Ruy Castro, “Ela é Carioca” (Companhia das Letras). A carioca Ionita Salles Pinto era modelo, socialite e empresária, uma das mais desejadas mulheres daquela época. Apesar da pouca idade (20 anos) Ionita já tinha dois filhos, era experiente, namoros avulsos com Edu Lobo e Francis Hime e um romance com o jornalista Renato Machado, quando foi fisgada pelo nosso garanhão (na época com 52 anos muito bem vividos). assim o escritor nos conta:

 

Jorginho num belo sanduíche

 

Em 1967, foi estudar francês e cinema em Paris. Mas a saudade da praia e dos filhos bateu e Ionita voltou para o Rio no fim daquele mesmo ano. Mal pisou no Galeão, foi a uma festa na boate Le Bateau e conheceu Jorginho Guinle. Ele a pediu em casamento na primeira noite, mas Ionita só aceitou dias depois. O argumento dele era irresistível: “Ionita, tenho 52 anos e você tem 20. Dê-me dois anos de sua vida. Para você, isso não é nada. Para mim, é uma vida inteira.” É ou não é uma das grandes cantadas da história? E, mais incrível, sincera. Tanto que ela lhe deu sete anos.

O pequeno grande Jorginho Guinle e a primeira esposa, Dolores Sherwood.

11/05/2011 Posted by | Uncategorized | | 6 Comentários

Playboys do Século 20.

Os conquistadores que estou me referindo, do Século passado, não eram atores ou cantores nem executivos brilhantes. Eles carregavam no sangue algo que poucos possuíram ou possuem: A arte da sedução.

 Mas não se engane. Vida de bon vivant, naquele tempo, não era fácil. Hoje basta ter dinheiro (Jorginho disse que é um absurdo um playboy trabalhar). Para ser um verdadeiro e famoso playboy era preciso ser especialista em jazz, gourmet, versado em pintura, aficionado do cinema e da filosofia e satisfazer plenamente a beldade do momento.

 Destaco três, com histórias e conquistas impressionantes.

 Porfírio Rubirosa, Rubi.

 Os moedores de pimenta de Paris eram gigantescos e foram apelidados de “Rubirosas”, em alusão ao tamanho do membro fálico do dominicano. O escritor Shawn Levy, autor do Livro “A Vida Louca de Porfírio Rubirosa: O Último Playboy” (Ed. Record, 2008) conta sobre as aventuras, as amantes e  os motivos que o fizeram um dos maiores playboys da história.

 “E o trabalho?” Perguntaram a Porfírio Rubirosa: “Trabalhar? Não tenho tempo.”

 Dizia-se que os alfaiates tinham trabalho para tentar esconder a coisa entre as dobras de seu guarda-roupa notoriamente impecável. A roupa de baixo era feita sobre medida. Rubi era mais conhecido por ser uma espécie de máquina, capaz de adiar a ejaculação quase indefinidamente. Dizia-se que Rubi encontrava-se num estado constante de semi-rigidez mesmo durante o ato propriamente dito. Era apelidado de Toujours Prêt – “Sempre Pronto”.

 Rubi foi casado com a bilionária do tabaco, Doris Duke. Dizem que nunca superou a separação. Sobre o pênis do dominicano, ela disse; “Foi o pênis mais magnífico que eu já tinha visto. Tinha 15 centímetros de cinrcunferência…bem parecido com a extremidade de um taco de beisebol Louisville Slugger, com a consistência de uma bola de vôlei não completamente inflada.”

 É amigos, já tinha ouvido de tudo desse playboy, mas teve uma que ficou na história: Um repórter o viu no banheiro, urinando, e sobre o membro do conquistador, disse: “Parece Yul Brinner de gola rulê preta.”

 Algumas que passaram pelo “moedor de pimenta” do Rubirosa.

 Zsa Zsa Gabor

Amigos, não sei qual, mas alguma dessas (ou todas) provou (ou provaram) do moedor.

Ali Khan.

 O líder muçulmano praticava uma forma oriunda de ioga para manter controle sobre seus orgasmos. Se preocupava exclusivamente em satisfazer as parceiras. Chegava a ter várias por dia, em qualquer hora. Foi casado com Rita Hayworth e namorou Gene Tierney. Era um dos homens mais ricos do mundo. Podia ter o que quisesse. Insaciável com mulheres. Dizem que quando ia para a cama com alguém usava uma munhequeira de couro cheia de gelo picado: para esfriar o ambiente…

 

 Ali Khan era culto, mas tinha a crença dele. Segundo a atriz Rita Hayworth que foi casada e teve uma filha com o playboy; “Ali era um na Europa e outro totalmente diferente em seu país.” Também pudera. Na religião dele, dos ismaelitas, Ali Khan ia ser, simplesmente, Deus. O pai, chefe da religião, ia fazer dele o novo Agha Khan, sucessor depois de sua morte. Não podiam beber, mas Ali Khan bebia à vontade (champanhe, principalmente). Ele mesmo determinou que quando o álcool tocava a boca dele, transformava-se em água. Se ele era Deus, podia tudo…

 Algumas odaliscas famosas do Ali Khan:

 

 Gene Tierney

Rita Hayworth

Jorginho Guinle

 O nosso herói. O nosso Casanova. Está no mesmo patamar dos grandes playboys do século vinte. Freqüentava as grandes festas do Jet Set internacional  sempre bem acompanhado por beldades desconhecidas ou por belíssimas atrizes. Namorou diversas estrelas de Hollywood, mas nunca assumiu compromisso. Quando o colocavam na parede para algo mais sério, ele caía fora. Assim ocorreu com a belíssima Veronica Lake. Dizia que não era milionário comparado aos amigos Macoco Unzué, playboy argentino e Baby Pignatary, outro playboy brasileiro. Na época recebia de mesada do pai “apenas” 3 mil dólares por mês – hoje seria 60 mil.

 

Os “pés de galinha” pra cima, festivos, na face do Jorginho demonstram o domínio absoluto da arte de viver. Sobre Jorginho, o diretor Daniel Filho disse o seguinte: “Teve as mulheres que quis nas camas que escolheu. Trabalhar para manter o dinheiro ou aproveitar ao máximo as coisas que ele pode oferecer? Ele preferiu a última. A vida é uma busca de prazeres…Jorginho não perdeu o tempo que a vida lhe deu.”

 Algumas conquistas do nosso Jorginho

 

 Marilyn Monroe

Veronica Lake

Ava Gardner

Hoje em dia os playboys trabalham feito escravos, depilam, fazem sobrancelhas, malham o dia todo e não comem carne vermelha – se não comem carne, comem o quê? Ossos?  – Talvez, pois hoje em dia as mulheres famosas estão cada vez mais esquálidas e anoréxicas.

 

11/02/2010 Posted by | Uncategorized | | 2 Comentários