SÁVIO SOARES

Cinema e música.

Elvis Presley – “It’s Now or Never”…

A bela voz do “Rei” e imagens do seu período militar.

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29/06/2012 Posted by | Uncategorized | | 2 Comentários

Elvis Presley…Grande interpretação!!! “You’ve Lost That Love Feeling”…

O mito Elvis ainda está bem longe de morrer: Anualmente milhares visitam Graceland, o memorial instalado na mansão do cantor em Menphis (Tennesse), deixando ali milhões de dólares.

Graças ao cuidados da ex-mulher Priscilla, que se cercou de especialistas, o patrimônio da família é hoje incomparavelmente superior aos estimados 5 milhões de dólares que Elvis deixou ao morrer, em 16 de agosto de 1977 – muito pouco para quem vendera mais de um bilhão de discos e fora o grande ídolo de várias gerações, revolucionando o comportamento dos jovens no mundo inteiro.

20/03/2012 Posted by | Uncategorized | | 2 Comentários

Elvis Presley – O Rei emociona cantando “Bridge Over Troubled Water.”

Alguns citam “My Way” como a marca do Elvis na sua última, decadente e melhor fase (para mim) da sua curta e estelar carreira. Mas para mim, a canção que marca e mais emociona na voz do Elvis, é esta. Dá uma pena danada por ele ter partido tão cedo…

 

Curto esta sua fase das roupas psicodélicas e espaciais, e das coreografias de artes marciais. Para mim, este é o Elvis que gosto de ver e ouvir. Nesta fase o Rei estava em declínio, o padrão de vida era altíssimo, o dinheiro dos espetáculos não supria as suas necessidades e caprichos, mas depois virou mito – merecidamente.

21/11/2011 Posted by | Uncategorized | | 6 Comentários

Elvis Presley – Você acha que come muito? Os excessos do “Rei do Rock” ainda impressionam.

O “Rei” estava com 40 anos, pesava 120 quilos e, pasmem: Para entrar em seus macacões, usava espartilhos. Era um esforço supremo e cada roupa estranha custava algo em torno de 10 mil dólares.

Nos anos 70, para aguentar o ritmo puxado e loucuras de todos os tipos com mulheres de todas as raças, cores e credos, Elvis passou a tomar uma possante “vitamina” (era assim que ele chamava as drogas que tomava): Dilaudid, uma potente morfina sintética, geralmente reservada a amputados e pacientes com câncer terminal.

Já nos anos 60, Elvis sofria de lupus, uma doença auto-imune que evolui quando o indivíduo possui quadros de depressão. Quando tratava da doença, Elvis tomava enormes e contínuas doses de cortisona que no efeito colateral traz uma fome insaciável e mudanças de humor. Na época, os médicos não sabiam como as doses deviam ser administradas – as doses tomadas pelo Rei não eram para humanos.

A cortisona fazia parte de um protocolo (n.º 1) elaborado pelo Dr. Nick, o médico particular do mito. Então, para conseguir fazer os shows, Elvis Presley tomava um coquetel de remédios ministrados pelo médico particular. Horas antes da apresentação, o Dr. Nick aplicava no Rei uma dose de vitamina B-12 para sua “voz’, ministrava ervas, três supressores de apetite e testosterona. Depois, uma hora antes de entrar no palco, uma segunda dose para a voz (reclamava, constantemente, de dores na garganta), um descongestionante com anfetaminas e, se necessário, uma dose de Dilaudid.

Em seguida, momentos antes de entrar no palco, o protocolo n.º 3: cafeína, Dexedrina e mais dose de morfina. Quando terminava o show, tomava comprimidos para pressão, anti-histamínico, sedativos e demerol diluído. Antes de dormir, o Rei tomava um coquetel de Quaalude-Amytal-Placidyl, laxantes e comprimidos para pressão. Por fim, para findar o mortal ritual, o protocolo final incluía outro coquetel de Quaalude-Amytal.

Quer saber o cardápio do “Rei”?  Aí vai:

Todas as manhãs, comia omelete com seis ovos, batatas douradas e 20 fatias de bacon. No jantar, quase meio quilo de bacon, porção quadrupla de purê de batatas com molho de carne, batia tudo num liquidificador e, quando virava papa, engolia tudo, de uma só vez. O que comia entre as refeições era suficiente para alimentar uma escola infantil: dezenas de sanduíches de manteiga de amedoim e geléia de uva, picolés de chocolate e jarras de iogurte.

 Tudo e muito mais está no livro sensacionalista do escritor David Comfort, “O Livro dos Mortos do Rock“(2010), que li de uma “tacada” só (são capítulos sobre vários ídolos mortos tragicamente). Mesmo que já tenhamos ouvido diversas histórias (fantasiosas ou não), a criatividade de algum escritor ainda me surpreende. Em determinado trecho do capítulo sobre o Elvis Presley, o escritor diz:

Doces eram como drogas para ele, assim como as drogas eram seus doces, e seu apetite por ambos era tão insaciável quanto compulsivo. Seus tratadores tinham de vigiá-lo de perto nos horários das refeições, pois muitas vezes ele apagava em virtude dos remédios e os alimentos parcialmente mastigados precisavam ser remolvidos de suas vias aéreas.

Uma pena que não tenha aguentado a pressão. No caso do Elvis, a fixação pela mãe era um sério motivo e após a sua morte o quadro piorou. Quanto aos números, os do “Rei do Rock” ainda impressionam: 97 álbuns de ouro, 53 singles de ouro e platina e 385 músicas nas paradas de sucesso. Estrelou 31 filmes e vendeu (em números atuais) mais de um bilhão de cópias.

Belíssimas: canção, Priscilla e a voz.

Mesmo gordo, quase explodindo, dentro de roupas espaciais, apesar da quantidade de drogas impressionante, as conquistas do “Rei do Rock” superam, de longe, todos os seus excessos. Para mim, mesmo com tudo que já foi dito, prefiro as canções e os shows da década de 70, o período – para muitos – decadente do Elvis. Mas reparem nas gravações: A voz e o estilo são marcantes.

21/10/2010 Posted by | Uncategorized | , | 40 Comentários

Elvis Presley – Emoção sempre.

Elvis põe uma carga emocional fantástica nesta gravação ao vivo. A fase final do Rei do Rock com as suas roupas de outro planeta é a que mais me emociona e encanta. O vídeo é de uma das últimas apresentações do mito. O Elvis parece que vai explodir – impressionante…

Grande Elvis – no Rock não existiu nem existirá outro que calce o seu sapato.

24/03/2010 Posted by | Uncategorized | , | 4 Comentários