SÁVIO SOARES

Cinema e música.

Hit Parade americano de 1940…só feras…

Que viagem…a qualidade musical e vocal são impressionantes. A quantidade de talentos dá um banho quando comparamos ao que tempos na mídia hoje em dia. Vejam só…quantas pérolas…

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04/07/2012 Posted by | Uncategorized | | 2 Comentários

Lionel e John Barrymore e Joan Crawford durante as filmagens de Grande Hotel (1932, direção de Edmund Goulding). O estilo Art deco na entrada do hotel e a frente construída em um palco, foram obras realizadas pelo diretor de arte Cedric Gibbons.

22/06/2012 Posted by | Uncategorized | | Deixe um comentário

Um pouco sobre a canção “Besame Mucho”… e três belas interpretações…

Bésame mucho foi  escrita em 1940 pela mexicana Consuelo Velásquez antes de completar seu 16° aniverário. Dizem que a inspiração foi uma ária de uma ópera de Enrique Granados. Rapidamente a canção se converteu em uma das mais populares do século 20. O primeiro a gravá-la foi Emilio Tuero.

A autora, Consuelo Velasquez

Trata-se da canção mais cantada e gravada do idioma espanhol. Até os Beatles a gravaram no dia 1° de janeiro de 1962 durante a famosa audição fracassada nos estúdios Decca Records. em seis de junho do mesmo ano, os 4 de Liverpool tocaram novamente a canção espanhola na audição dos estúdios EMI, quando finalmente asinaram um contrato de gravação (esta última gravação foi incluída no álbum lançado em 1995. Por época das gravações do documentário Let It Be, os Beatles a tocaram novamente.

Nat King Cole fez gravações antológicas pela América latina e do Sul. Besame Mucho tem um toque de elegância e charme na voz do grande Nat. Sem dúvida uma das mais belas vozes do século 20.

A bela gravação de Lisa Ono também tem seu charme.

31/05/2012 Posted by | Uncategorized | , | Deixe um comentário

Louis B. Mayer – O Todo-Poderoso da MGM.

Um dos poderosos da época de ouro de Hollywood, geralmente citado como o criador do star sistem dentro da MGM em seus anos dourados, Louis B. Mayer nunca mediu esforços para que o seu estúdio tivesse “mais estrelas do que há no céu”. Durante 9 anos, a partir de 1937, ganhou o equivalente a mais de 1 bilhão de dólares. Mayer era o homem mais bem pago dos Estados Unidos.

De acordo com Mayer, a MGM produziu muitos filmes de sucesso com grandes estrelas, entre elas, Greta Garbo, Clark Gable, Spencer Tracy, Katharine Hepburn, Lon Chaney, Joan Crawford, Jean Harlow, Judy Garland, e muitos outros. Mayer era implacável nas negociações para manter os salários dos atores sempre bem abaixo do que mereciam e geravam de lucro a sua empresa. Elizabeth Taylor descreveu mayer como um monstro, mas outros atores, como Robert Taylor e Hedy Lamarr, o viam como uma figura paterna.

Louis B. Meyer faleceu em 1957 de leucemia. O fim dos grandes estúdios era evidente, os poderosos que dominavam cada gesto, cada atitude dos grandes astros na vida pessoal, chegara ao fim.

30/05/2012 Posted by | Uncategorized | | Deixe um comentário

Stork Club em Nova York, foi um dos mais charmosos nightclubs da época de ouro de Hollywood.

A partir do final da Lei Seca até início dos anos 1960, o clube era o símbolo da sociedade americana. Estrelas de cinema, celebridades, os ricos, coristas e aristocratas se misturavam sem nenhum problema.  Outros novos clubes de Nova York tiveram grande sofisticação e glamour, mas havia uma mistura de notívagos que só por lá eram vistos. Ao contrário de seus concorrentes, o Stork Club ficava aberto nas noites de domingo e durantes os meses do verão.

O Stork Club é mencionado no filme Capitão América, O Primeiro Vingador (1912), quando o  personagem-título convida uma garota para se reunirem no clube em uma data específica da semana.

Vídeo com imagens do Stork Club e muitas celebridades, em Nova York da década de 1940 e 50.

24/05/2012 Posted by | Uncategorized | , | Deixe um comentário

Hollywood Canteen (Cantina Hollywood) – Nenhum clube teve em seu recinto tantas celebridades por metro quadrado.

A Cantina Hollywood funcionou entre 03 de outubro de 1942 e 22 de novembro de 1945. A “cantina”, na verdade, era um clube de dança e entretenimento para os militares americanos da Segunda Guerra Mundial, apesar de aberta para tiodos os Aliados.

Os maiores incentivadores para a abertura do clube foram Bette Davis e John Garfiel, juntamente com Jules Stein, presidente da Music Corporation Of American, que encabeçou a comissão de finanças. A cantina era administrada e conduzida apenas por voluntários da indústria do entretenimento. Mais de 3.000 estrelas, jogadores, diretores, produtores, dançarinos, músicos, cantores, escritores, técnicos, auxiliares de guarda-roupa, cabeleireiros, agentes, publicitários, secretários, aliados e artesãos do rádio e das telas registraram-se como voluntários.

A garçonete Bette Davis…

Glamorosas estrelas ofereceram-se para sentar nas mesas, cozinhar e fazer a limpeza. Em 15 de setembro de 1943, o milionésimo visitante entrou pela porta da cantina de Hollywood. O sortudo sargento. Carl Bell, recebeu um beijo de Betty Grable.

                                                    O elegante Cary Grant se apresenta no clube…
Um Salão de Honra na cantina Hollywood tinha uma parede de fotos com os astros de Hollywood que serviram nas forças armadas. Em 1944, a Warner Bros fez um filme cheio de estrelas sobre o Hollywood Canteen. A cantina fechou suas portas em 1945 no dia de Ação de Graças, e tinha recebido quase três milhões de soldados.


Ava Gardner e o sortudo marinheiro no Hollywood Canteen… 

O video inclue: Bette Davis, John Garfield, Andrews Sisters, Ann Sheridan, Hedda Hopper, Basil Rathbone, Reginald Gardner, Betty Hutton, Carman Amaya Jack Benny, Judy Garland, Mickey Rooney, Carole Landis, Eddie Cantor, Cary Grant, Danny Kaye, Dorothy Lamour, Greer Garson, Desi Arnaz, Bob Hope, Hedy Lamarr, Dinah Shore, Olivia de Havilland, Irene Dunne, Maria Montez, Kate Smith, Lana Turner, Frank Sinatra, Bing Crosby, Lena Horne, Rosalind Russell, Shirley Templo, Leslie Brooks, Janet Blair, Marlene Dietrich, Mel Blanc, Claudette Colbert, Martha Tilton, Red Skelton, Robert Benchley, Charles Butterworth, filhos dos pioneiros, e vice-presidente Henry Wallace, todos frequentadores do Cantina Hollywood.

Nenhum clube teve tantas celebridades por metro quadrado.

22/05/2012 Posted by | Uncategorized | , | Deixe um comentário

Theda Bara – Um blefe que deu certo.

Durante seu reinado como grande vamp do cinema silencioso, Theda Bara passou por princesa egípcia. Na verdade, havia nascido ali mesmo, em Cincinatti, Ohio, com o nome bem judeu de Theodosia Goodman.

17/05/2012 Posted by | Uncategorized | | Deixe um comentário

A inesquecível dança sensual de William Holden e Kim Novak em “Férias de Amor” (Picnic, 1955)

Acho que dá para saber tudo de um homem depois que se dança com ele”, suspira Madge (Kim Novak) para Hal (William Holden) em “Férias de Amor” (Picnic, 1955), baseado na peça de William Inge. “Alguns rapazes – quando nos tiram para dançar – não conseguem nos deixar à vontade. Mas, com você – eu tinha a sensação de que você sabia exatamente o que eu estava fazendo, e que era só te seguir.”

O interessante dessa cena é que ninguém sabia dançar…mas ninguém se importou nem um pouco. Ao som da linda e lânguida canção “Moonglow”, a tremenda sensualidade da sequência de dança em Picnic continua a ser o principal motivo, entre tantos, pelo qual esse filme não sai da cabeça dos que o viram.

George Duning (músico e compositor, falecido em 2000) usou magistralmente source music nesse filme, quando William Holden e Kim Novak dançam “Moonglow”, tornando-a ainda mais romântica e sensual por contramelodia do próprio Duning. Um esclarecimento: source music é aquela cena em que não só os espectadores, mas também os personagens do filme estão ouvindo.

Trata-se de uma das cenas mais românticas da história do cinema. O casal Bill Holden e Kim Novak, se apaixonando, no auge de sua beleza física.

08/05/2012 Posted by | Uncategorized | , , , | 2 Comentários

Bogart – Tão macho na vida real quanto nos filmes…

Esta história está no livro do Ruy Castro e Heloisa Seixas, “TerraMareAr” (Companhia das Letras, 2011). Durante as filmagens de “O Diabo Riu Por Último” (1953) em Ravello, uma cidadezinha na Costa Malfitana (Itália) de pouco mais de 2 mil habitantes, com um céu de um azul intocado, rivalizando com a tonalidade das águas do mediterrâneo, o carro que transportava John Huston e Humphrey Bogart, por imperícia do motorista, chocou-se contra um muro na estrada. Os dois foram projetados para o banco da frente.  Huston não teve nada (na vida empre teve muita sorte…), mas Bogart mordeu a língua com tanta força  que quase a atravessou com os dentes  –  ficou com a ponta dependurada.. No pronto-socorro, o médico que o atendeu disse que as espetadas da anestesia doeriam tanto quanto as da agulha que iria usar para costurar a lingua – donde iria direto para a costura, a frio. Bogart, que, apesar de ser de família fina, era corajoso de verdade, ouviu aquilo e se submeteu, sem gemer. Só um detalhe: Boggie ficou impedido de falar alto, então foi dublado por um ator inglês que imitou à perfeição sua voz. Este ator chamava-se Peter Sellers…

04/05/2012 Posted by | Uncategorized | , | Deixe um comentário

Os altos e baixos do comércio envolvendo Hollywood…

Quando Marlon Brando atuou em “O Selvagem” (1953), filme baseado no caso real de uma gangue de motociclistas que aterrorizavam uma cidadezinha rural da Califórnia, o papel másculo e rebelde do ator disparou as vendas de jaquetas de couro em todo o mundo.

Porém, duas décadas antes, quando Clark Gable tirou a camisa em “Aconteceu Naquela Noite”, revelando que não usava camiseta por baixo, gerou um desastre para a indústria de roupas íntimas masculinas…este era (e ainda é) o poder do cinema…

08/04/2012 Posted by | Uncategorized | | Deixe um comentário